Há coisas no futebol que ninguém consegue explicar, e são muitas. Não apenas uma jogada de efeito, caso de um jogador, por meio de um belo drible, pega confiança e sabe se está no seu dia ou não.
Na verdade, esses são os fatos que chamamos de fator psicológico. Existem vários casos que podemos pegar como exemplo. Às vezes, a auto-confiança se torna em uma grande decepção e o pequeno torna-se bem grande.
O caso mais recente desse psicológico alterado, ocorreu no jogo entre; Brasil e Holanda. No início da partida a seleção brasileira impôs um ritmo forte nos holandeses. A Laranja Mecânica não entendia absolutamente nada, o Brasil teve, inclusive chances para definir a partida, ainda no primeiro período, não o fez. Veio então o segundo tempo, a nossa seleção estava irreconhecível, tomou o primeiro gol numa falha de comunicação, e aí desabou o mundo, não conseguiam encontrar o futebol do primeiro tempo. Desta vez um baque maior, o segundo gol holandês, logo depois Felipe Melo recebeu o cartão vermelho, aí a esperança do hexa foi por água abaixo. O verdadeiro poder do psicológico.