Quando o treinador é bom deve ser elogiado. A pressão em cima deles é muita: pressão dos atletas, dirigentes, torcida, inclusive da família. O time está sem vencer há dez partidas, o jogador que era craque em outra equipe, não está jogando nada. Cabe ao treinador sentar e conversar para saber o que está acontecendo. O treinador deve ser um pai. Esse é o termo mais adequado.
Carpegiani caiu, Adilson Batista caiu, Renato Gaúcho....caiu, e por aí vai. Essa lista é infinita. O treinador sempre irá cair. Mas para quem gosta de futebol e realmente entende, não basta acompanhar e dar pitacos. Todos acham que entendem, poucos são os que sabem.Vou elogiar o que vi.
Vandelei Luxemburgo e Mano Menezes. Começarei pelo técnico rubro negro - coisa simples, que fez toda a diferença. Na oitava rodada, no Engenhão, sem à falta de energia o Flamengo bateu o São Paulo, 1 a 0, gol de Botinelli - jogador argentino. O Flamengo jogava muito bem desde o início. Já o São Paulo recuado e aceitando a pressão do adversário. Fim do primeiro tempo, jogadores dando entrevistas, enaltecendo a atitude carioca da primeira etapa.
Vei então o segundo tempo. Vanderlei fez duas alterações, não no intervalo. Entraram Megueba e Botinelli. Lembram-se da jogada do gol flamenguista? Megueba fez jogada pela direita cruzou, Thiago Neves fez o porta-luz e o jogador argentino bateu no canto de Rogério Ceni. Indefensável.
Com o treinador da seleção não foi diferente. A primeira partida, contra a fraca, (teoricamente) Vezezuela - os jogadores tiveram uma atuação pífia. No jogo contra o Paraguai, Mano mudou. Jadson entrou no lugar de Robinho, para ajudar Ganso na armação. Fez o primeiro gol do Brasil. Mas os paraguaios viraram o jogo, e agora Mano? Simples, vai tirar um dos mais badalados jogadores do momento, Neymar para a entrada de Fred.
Vaias e mais vaias, para a saída de Neymar? Para a entrada de Fred? Para o treinador que sempre leva à culpa em tudo? Ninguém sabe. O que sabemos: ér que depoisd e um passe de Ganso, Fred empatou a aprtida, livrando a seleção de um vexame. Olhar de treinador; Olhar e sorte.